quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

O "tabaco da simária'' e o "E o vento Levou"


Scarlett O'Hara é uma jovem mimada que consegue tudo o que quer. No entanto, algo falta em sua vida: o amor de Ashley Wilkes, um nobre sulista que deve se casar com a sua prima Melanie. Tudo muda quando a Guerra Civil americana explode e Scarlett precisa lutar para sobreviver e manter a fazenda da família.

Mas nada disso é importante diante do que o vento faz!

Momento 'Marilyn Monroe' aconteceu na tarde deste sábado, 4, na capital francesa, quando famosas chegavam para desfile de moda da Miu Miu.
por Cristiane Rodrigues do EGO, no Rio
 
No entanto, a atriz americana não contava que, ao fazer pose para os fotógrafos, seria vítima de uma forte rajada de vento que levantaria totalmente a saia de seu vestido, revelando sua larga calcinha bege. O momento 'Marilyn Monroe' foi levado na boa pela atriz, que fez cara de susto e tentou baixar imediatamente a peça. Mas já era tarde demais... As fotos estavam em todas as agências e sites de celebridades mundo afora. 

Elizabeth Olsen (Foto: AKM) 

E você já passou por isso ou já viu o vento levantar uma saia?

Já a cantora Simaria não precisa de vento!
Ela gota de mostrar o #tabaco


 

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

apelidos da vagina

A parte externa da vulva é denominada vestíbulo da vagina. Lá se encontram dois orifícios: orifício urinário (da uretra) e o orifício genital (da vagina).
A parte interna da vagina estende-se até à porção inicial do útero (colo), região denominada de fórnix da vagina, todo esse conjunto é denominado canal vaginal. O canal vaginal apresenta duas partes de origens embriológicas diferentes, pois a origem do canal vaginal é promovida quando o útero se encontra próximo ao epitélio que formara o vestíbulo e começa a migrar para a sua posição final, o tecido epitelial é puxado, assim como o tecido do útero, formando assim o canal vaginal com sua porção superior formada por tecido proveniente do útero e a porção inferior do tecido epitelial; o hímen é formado com o estiramento do tecido epitelial de onde o útero estava próximo, promovendo assim um afinamento desta superfície.
O limite entre a vagina e a vulva constitui uma dobra, o hímen. Este encontra-se na porção anterior do canal vaginal, em mulheres que nunca tiveram relações sexuais, ou vestígios da estrutura, em mulheres que já tiveram relações.
As dimensões da vagina humana adulta são altamente variáveis de indivíduo para indivíduo, e nenhuma forma caracteriza todas as vaginas. As dimensões da vagina humana não tem sido objeto de intensa investigação com a mesma proporção da investigação sobre o tamanho do pénis humano. Além das variações de tamanho, a vagina de uma mulher pode variar substancialmente em tamanho durante a excitação sexual, a relação sexual e o parto. A vagina também possui elasticidade e se expande tanto em comprimento e largura durante a excitação sexual, a relação sexual e durante o parto.
Veja abaixo alguns apelidos da vagina:

1. Xoxota

2. Xereca

3. Pepeka

4. Buçanha

5. Buceta

6. Perseguida

7. Xana

8. Xavasca

9. Aranha

10. Pupuca

11. Prochaska

12. Perereca

13. Vulva

14. Tchorna

15. Bruschetta

16. Tabaca

17. Caverna do dragão

18. Beira

19. Pamonhão

20. Broa

21. Priquita

22. Periquita

23. Prexereca

24. Florzinha

25. Passarinha

26. Princesinha

27. Amorinha

28. Menininha

29. Xota

30. Xaninha

31. Xena

32. Bibinha

33. Pipinha

34. Tulipa

35. Pombinha

36. Borboletinha

37. Shakira

38. Beyonceta

39. Rosinha

40. Peca

41. Mexirica

42. Inhanha

43. Maravilha

44. Pipica

45. Dita Cuja

46. Pata de camelo

47. Esfiha

48. Bichinha

49. Perina

50. Calopsita

51. Preciosa

52. Carlota

53. Pepita

54. Capô de fusca

55. Tchalala

56. Prísica

57. Cachuleta

58. Pimpolha

59. Pitchulinha

60. Racha

61. Tchutchuca

62. Marisco

63. Biscoitinho

64. Cajuzinho

65. Xampola

66. Hamburguinho

67. Xiri

68. Pipinha

69. Bichochota

70. Bombril

71. Tcheca

72. Pachacha

73. Quirica

74. Zona do agrião

75. Cachuleta

76. Banguela

77. Xoxoca

78. Ostrinha

79. Peteca

80. Taturana

81. Tchaca

82. Petchereca

83. Estrelinha

84. Bacurinha

85. Boca de golfinho



Burusera - Fetiche por calcinha usada

Burusera (Burusera (ブルセラ?) é uma palavra japonesa, criada a partir da combinação das palavras burumā (ブルマー?), de bloomers (uniformes usados em aulas de educação física) e sērā-fuku (セーラー服?), que significa o uniforme de marinheiro, que é o tradicional uniforme escolar para meninas no Japão.

Em 1993 (e mesmo antes) iniciou-se um fenômeno onde estudantes japonesas passaram a vender partes de seu uniforme escolar (sērā-fuku) e roupas íntimas esportivas usadas para lojas especializadas, apenas para obter lucro. Esses estabelecimentos semi-legais escondidos em porões de prédios reúnem um público masculino interessado em comprar tais peças para satisfação de fetiche sexual. Clique para continuar lendo!


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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Leilão da minha calcinha Quem der o Lance Maior leva


Burusera - Fetiche por calcinha usada

Burusera (Burusera (ブルセラ?) é uma palavra japonesa, criada a partir da combinação das palavras burumā (ブルマー?), de bloomers (uniformes usados em aulas de educação física) e sērā-fuku (セーラー服?), que significa o uniforme de marinheiro, que é o tradicional uniforme escolar para meninas no Japão.

Em 1993 (e mesmo antes) iniciou-se um fenômeno onde estudantes japonesas passaram a vender partes de seu uniforme escolar (sērā-fuku) e roupas íntimas esportivas usadas para lojas especializadas, apenas para obter lucro. Esses estabelecimentos semi-legais escondidos em porões de prédios reúnem um público masculino interessado em comprar tais peças para satisfação de fetiche sexual. Clique para continuar lendo!


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quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Tipos de Calcinhas

Tipos de calcinha diferentes para tipos de corpo diferentes!


Peça fundamental do vestuário íntimo feminino, as calcinhas dividem-se em vários tipos e devem, assim como os sutiãs, ser utilizadas adequadamente para cada estilo diferente de mulher! Usar o tipo de calcinha certo lhe garante conforto e a certeza de um look adequado, que combine com seu corpo e com suas preferências pessoais!
Existe uma peça que nenhuma mulher abre mão e sempre tem de montes no armário: diferentes tipos de calcinhas.
O que muitas mulheres não sabem é que calcinhas vão muito além de peças em algodão. Fique atenta em nossa lista e garanta que você tenha todas em sua coleção.

Calcinha Boneca



Calcinha Caleçon ou de Renda

A caleçon é uma das calcinhas mais sensuais que valorizam o corpo feminino.

Resultado de imagem para calcinha caleçon gifConfortável e bonita, essa calcinha possui a cintura mais alta, laterais largas e cobertura no bumbum. 

As rendadas são as mais bonitas, pois criam um visual harmônico e sensual. Pode ser usada por todas.

As laterais largas dão a impressão de um bumbum maior.

Existem caleçons em diferentes cores, mas basicamente são produzidas com o mesmo material: renda.

A modelagem é maior que as tradicionais, mas a renda oferece transparência, o que proporciona sensualidade.


Calcinha Clássica

Resultado de imagem para calcinha classicaDos tipos de calcinhas essa é, sem dúvida, a mais popular entre as mulheres. Sua cintura é um pouco mais baixa, enquanto a lateral é média. Essa estrutura ajuda a sustentar a parte de trás, que é bastante comportada. É uma das calcinhas com melhor caimento e, especialmente quando desenvolvida em algodão, pode ser considerada como a mais discreta entre todas as opções.
Mulheres com bumbum mais avantajado e culote devem apostar sempre nessa opção. Como essa calcinha dá sustentação, é ideal para usar com calças e não ter medo de que a peça íntima ficará caindo. Afinal, não tem sensação pior do que essa insegurança, não é?
Caso a roupa seja mais justa ou com uma leve transparência, o modelo também pode ser usado. Mas a dica é investir em cores neutras e evitar detalhes, costuras e tecidos elaborados para não marcar.

Calcinha Fio Dental
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Calcinha fio dental é sinônimo de sensualidade. É pequena na parte da frente e tem apenas uma tirinha na parte de trás. Tido com democrático, cai ainda melhor em quadris estreitos e sequinhos, que ficam ainda mais valorizados com o modelo. Aqui, novamente a dica é comprar tudo em seu número certo, para que ela se ajuste bem ao corpo e não cause nenhum incômodo durante o dia.
Também encontrada sem costura, a fio dental é ideal para usar com vestidos bem justos, com a legging da academia e também com aquela saia lápis que você gosta de usar no trabalho. Ou seja, vai bem com praticamente qualquer tipo de roupa — e você pode ficar tranquila caso escolha essa peça na pressa do dia a dia, pois não tem erro.

Calcinha Shortinho
Imagem relacionada

Essa calcinha realmente lembra um shortinho, pois tem a cintura mais alta, assim como a lateral. É indicada para mulheres com corpo em formato de pera, que normalmente apresentam um bumbum maior. Mas aquelas que têm o volume do bumbum e da cintura em igual proporção também podem investir imediatamente nessa peça.
Mulheres mais baixinhas devem evitar a calcinha shortinho, porque ela achata a silhueta e faz com que a estatura pareça ainda menor. O modelo costuma ser bem justinho, de algodão ou renda, e pode ser usado com roupas bem fluidas, soltinhas e confortáveis, daquelas que a gente passa o dia inteiro sem nenhuma preocupação.

Calcinha String
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A calcinha string, dos tipos de calcinhas, é mega versátil. Sua lateral fininha é regulável e a parte de trás você encontra em duas opções: tanga ou fio dental. As magrinhas e sem bumbum podem abusar do modelo. Quem tem quadril mais largo pode usar, mas precisa ter cuidado para não criar gordurinhas extras e evidenciar ainda mais o tamanho do bumbum.
Esse modelo também é perfeito para quem não quer marcar nadinha na roupa. Por ser bem liso, fininho e com pouca ou nenhuma costura, é bem difícil perceber a peça. Sendo assim, ela é perfeita para aquele item bem justinho que está encostado no seu armário e você ainda não sabia como aproveitar de forma confortável e elegante.

Calcinha Tanga
Calcinha Tanga
Esse é um modelo um pouco mais ousado. Ela não chega a ser fio dental, mas tem a lateral bem fininha e é menor na parte do bumbum. Por isso, valoriza bastante essa região do corpo e é ideal para as mulheres que não têm muita cintura ou quadril. A calcinha tanga evidencia justamente essa parte e cria uma ilusão de que o bumbum é maior.
A tanga é recomendada também para absolutamente todo tipo de roupa. A orientação aqui, na verdade, é sobre o tamanho. Tome cuidado para não comprar um que fique muito apertado em você. Além do desconforto, lembre-se de que vai apertar muito, causar vermelhidão e deixar aquele seu vestido favorito nada adequado. Opte por tangas sem muitos detalhes — assim, a peça fica mais leve e não corre risco de aparecer sob a roupa.
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sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Burusera - Fetiche por calcinha usada

Burusera (Burusera (ブルセラ?) é uma palavra japonesa, criada a partir da combinação das palavras burumā (ブルマー?), de bloomers (uniformes usados em aulas de educação física) e sērā-fuku (セーラー服?), que significa o uniforme de marinheiro, que é o tradicional uniforme escolar para meninas no Japão.

Em 1993 (e mesmo antes) iniciou-se um fenômeno onde estudantes japonesas passaram a vender partes de seu uniforme escolar (sērā-fuku) e roupas íntimas esportivas usadas para lojas especializadas, apenas para obter lucro. Esses estabelecimentos semi-legais escondidos em porões de prédios reúnem um público masculino interessado em comprar tais peças para satisfação de fetiche sexual.

O sociólogo japonês Shinji Miyadai foi apelidado deburusera gakusha (o especialista em bususera) após expor uma pesquisa acadêmica sobre as lojas de fetichistas por uniformes escolares.
Imagem relacionada
Em agosto de 1994, um gerente de loja burusera que fez uma colegial vender sua calcinha usada foi preso pelo Departamento de Polícia Metropolitana de Tóquio, sob a suspeita de violação do artigo 34 da Lei de Bem-Estar Infantil e artigo 175 do Código Penal do Japão. A polícia alegou violações daAto sobre o comércio de itens de segunda-mão que proíbe a compra de bens de segunda mão sem autorização.

As leis contra a pornografia infantil impôs controle legal sobre a indústria burusera em 1999. No entanto, os itens burusera em si não são pornografia infantil e que a venda de burusera são uma maneira fácil para estudantes ter renda extra. Isso tem sido visto como abuso sexual infantil.
As prefeituras no Japão começaram a fazer cumprir os regulamentos, em 2004, que restringe a compra e a vendas de roupas íntimas usadas, saliva, urina e fezes de pessoas menores de 18 anos.

BURUSERA
O fetiche japonês chamado de Burusera é um tipo de Misofilia, estímulo sexual obtido através do contato físico com pessoas sujas ou com roupas e objetos sujos.

Aos olhos da psiquiatria, homens que roubam, compram ou se excitam ao contato com roupas íntimas usadas, de alguma maneira as transformam em substitutos para os genitais femininos. Isto talvez aconteça pela dificuldade de comunicação erótica e de relacionamento entre os sexos.

Porém, o fetiche Burusera carrega certas características que o tornam diferente da simples atração por roupas íntimas usadas. Burusera é a atração por roupas usadas das colegiais japonesas, seja pelos uniformes ou pelas calcinhas dessas moças. Além disso, no Japão existe um número tão grande destes fetichistas que ganhou status de fetiche nacional, sendo explorado com grande sucesso pela indústria erótica, também nos Mangás, Cinema e Internet. Isto talvez se explique pela natureza reservada e tímida de muitos homens no Japão, na incapacidade de manter relacionamentos ditos normais ou ainda pelo poder de atração que a Panchira, visão das roupas íntimas femininas, exerce sobre eles.

Para os japoneses a visão da calcinha de uma mulher pode despertar o desejo sexual mais intensamente que a nudez. E isso é largamente explorado inclusive em programas de televisão. Outro aspecto é a preferência que demonstram pelas mulheres submissas, de comportamento imaturo, com atitude, gestual, tom de voz e olhar infantil. O uso de uniformes não é obrigatório nas escolas japonesas mas as meninas não deixam de usar, inclusive nos horários fora da escola e até nas discotecas. Muitas destas moças já deixaram a vida de estudante mas apreciam este estilo e a atenção que os homens dispensam a elas.

Uma jovem estudante compra uma calcinha por 100 ienes, usa a peça o dia todo e no final do dia vende essa calcinha usada e com seu cheiro, por cerca de 1000 ienes. Se acompanhada por uma foto da menina ou se tiver particularidades como traços de menstruação, masturbação, excrementos ou líquidos vaginais, maior valor agregado terá. Os uniformes escolares também despertam grande interesse e quanto mais prestigiada é a escola, maior valor terá.

Muitas dessas meninas negociam suas roupas íntimas na rua e até as expõem no metrô. Por vezes o cliente exige que a mercadoria seja retirada do corpo no ato da compra, ganha então o nome Namasera uma outra variação de Burusera. "Nama" significa fresco e "Buru" usado ou roto.

Os japoneses um tanto quanto, digamos, peculiares, em relação a fetiches e outros assuntos ligados a sexo. Pra reforçar essa impressão, descobri  que ainda existem  máquinas de calcinhas usadas. Trata-se de uma daquelas máquinas nas quais colocamos moedas ou notas, em troca de salgadinhos e refrigerantes. Só que, nesse caso, o produto em questão são lingeries usadas de colegiais (ah, sim, o fetiche é específico) – dispostas ao lado da foto de suas supostas donas. Estas máquinas, que vendem calcinhas usadas de meninas em idade escolar, foram proibidas em 1993 no Japão (obviamente). Mesmo assim ainda é comum encontrá-las por lá.
As calcinhas de colegiais fazem muito sucesso no país, e são vendidas clandestinamente em várias lojas.



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segunda-feira, 8 de abril de 2019

Eu e uma estudante amiga no trem com blusa da escola branca, saia jeans curtinha e calcinha e sutiã de renda vermelho sendo encochadas.

Oi, meu nome é Fernanda tenho 18 anos e eu moro no Rio de Janeiro, depois de contar alguns casos que aconteceram comigo ou que eu aprontei a amigos resolvi escrever para ser publicado no blog colecionadores de calcinhas (que adorei encontrar na net) de como eu como gosto de cheirar minha calcinha.

Bom, pra saberem um pouco mais de mim: Sou morena, tenho cabelos lisos castanhos com mexas loira, olhos castanhos, 1,67 de altura, 58 quilos, tenho pernas grossas, bumbum grande, seios pequenos pra médio e a xaninha eu costumo variar, às vezes está carequinha e outras peludinha, mais sempre cheirosinha.

Hoje vou contar o que acontecia comigo ano passado quando eu ia pra escola, eu moro na Zona Norte e estudava no Centro do Rio de Janeiro, no horário da manhã então pra não ter que pegar trânsito eu ia de trem para escola, tinha uma amiga que ia sempre comigo e tinha um garoto que ia também às vezes.

Todo dia era a mesma coisa o trem sempre vinha lotado, agente se espremia dentro dele, e todo dia tinha uns caras que passavam a mão e roçava em mim e na minha amiga.
Com o passar dos dias comecei a reparar que eram sempre os mesmo caras que faziam uma rodinha na gente e ficava se aproveitando da gente o garoto que ia com agente foi reclamar com um dos caras (e acabou tomando um soco), e os amigos dele ainda roubaram o dinheiro, relógio e mochila desse meu amigo. Nesse dia fiquei assustada e um deles falou pra mim que nada ia acontecer comigo nem com a Patrícia minha amiga que ia sempre comigo.

No dia seguinte eu e a Paty fomos pra escola só nos duas, pois o garoto que ia com a gente disse que não iria mais de trem pra escola, e como sempre os caras ficavam passando a mão e roçando na gente, era sempre do mesmo jeito, um cara parava atrás de mim e os outros ficavam em volta pra disfarçar - o cara que ficava atrás colocava o pau pra fora e esfregava na minha bunda, ele passava a mão e apertava também meu bumbum passava a mão na xaninha sempre por trás pra não chamar a atenção, eu ia sempre de calça pra escola eles só passavam a mão por cima da roupa mesmo, no começo ficava um pouco assustada mais depois fui gostando, eles colocavam papel com o número do telefone deles no bolso da minha calça (mais eu nunca liguei), às vezes colocavam até dinheiro, o que eu não gostava era que eles gozassem em mim deixando minha calça toda suja, sempre que eu chegava na estação tinha que ir ao banheiro limpar a calça.

Era sempre na ida pra escola, por que na volta eu voltava de ônibus ou de carona e ficou assim ate o final do ano, eu e a Paty sempre íamos de trem sempre no mesmo vagão chegamos a ganhar até calcinhas e sutiãs deles.

Então quando já estava no fim do ano a Paty teve uma ideia de ir pra escola de saia e não ir de calça como sempre a gente fazia, eu topei então combinamos as duas de ir de saia e levar a calça na mochila pra vesti-la quando chegasse na escola.

Eu fui de tênis branco, blusa da escola preta, saia jeans curtinha e calcinha e sutiã de renda vermelho.
Nesse dia foi a ida pra escola mais demorada da minha vida, quando entramos no trem os caras olharam pra gente e sorriram, rapidamente eles fizeram a rodinha como sempre, o cara que ficou atrás colocou o pau pra fora e ficou roçando na minha bunda, eu sentia o pau esfregando na minha calcinha, ele começou a meter a mão por de baixo da saia colocou minha calcinha de lado e ficou me alisando e enfiando o dedinho em mim, ele me abraçou forte e esfregou o pau na minha xaninha dava pra sentir ele tentando entrar, quando eu sentia a cabecinha entrando eu me mexia e não deixava ele encaixar, ele tava sem camisinha e ficou bombando em mim com o pau esfregando na minha xaninha com muita vontade em meter,  ele não aguentou e gozou, me lambuzou toda, fiquei toda gozada então veio outro pra trás de mim e ficou esfregando também, ele esfregava o pau por trás e colocava a mão pela frente na minha xaninha, ele tentou meter mais eu tirei, então ele ficou me tocando e roçando até que eu gozei e ele também.

Quando chegou na estação eu saltei e fui direto pro banheiro me limpar e vestir a calça comprida, eu estava com a calcinha toda gozada, a Paty ficou com a calcinha rasgada eles também meteram nela.
Nós duas nos limpamos vestimos a calça e fomos pra escola, esse foi o ultimo dia que andamos de trem juntas pra ir a escola, foi uma viajem das mais demoradas e também das mais prazerosas.
Até hoje tenho a calcinha gozada sem lavar, às vezes pego ela, cheiro, e lembro desse dia e me masturbo muito.


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