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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Leilão de Calcinha rosa de bolinha pretinha usada

Vendo calcinha usada rosa de bolinha pretinha para quem dar mais!
Calcinhas usadas com cheirinho de pepeka, tiro fotos e você escolhe qual desejar levar, envio em um pacote super discreto, sem identificação.
Tiro fotos e faço videos com ela como prova que usei..

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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Depoimentos de garota de programa

Alana, 20 anos, prostituta há seis meses no Rio de Janeiro, cobra R$ 400 e faz cerca de quatro programas por dia, de uma hora cada
"Comecei a fazer programa há seis meses. Antes, eu trabalhava como babá e no meu último emprego ganhava R$ 400 por mês. Hoje, ganho R$ 1.600 por dia. Estava desempregada há mais ou menos um ano e lendo os classificados de emprego acabei parando na parte de garotas de programa. Vi que elas ganhavam em uma hora o que eu levava um mês para receber, aturando patrão. Procurei uma agência, fui entrevistada e no mesmo dia comecei a trabalhar. O primeiro homem já estava lá me esperando, um coroa que devia ter uns 50 anos. A dona fez questão de dizer que era a minha estreia em programa. Deu nojo, queria que acabasse logo. Faço programas principalmente na Barra da Tijuca (bairro nobre do Rio). Geralmente os homens, em sua maioria casados, marcam em motéis, poucos são em casa. Quando eu comecei tinha namorado, mas com o tempo fui tomando nojo de homem. Eles são todos iguais: traem as mulheres. Tem cara que chega no motel e liga para a mulher todo cheio de amorzinho. Dizem que sair com prostituta não é traição, mas eu acho que é. Sempre que eu saio para um programa eu sinto uma angústia, um medo de não voltar mais, de encontrar alguém violento, que não queira pagar. Antes eu trabalhava com agência, mas agora faço tudo sozinha, me exponho mais. Não tive muita chance na vida, fiz o Segundo Grau, mas quero mudar. Não sei bem o que eu quero da vida, mas o que eu não quero eu sei: não quero continuar fazendo programa. Tenho clientes fixos, que aparecem toda semana, com a mesma história. Já recebi propostas de casamento, mas eu não aceito, porque eu sei que o cara vai se casar comigo numa semana e na outra estará na cama com prostituta. Já ganhei uma moto de um cliente, que eu vendi. Em pouco tempo, eu consegui pagar todas as minhas contas e comprar computador, roupa, celular da moda, tudo. O difícil de largar essa vida é se conformar em trabalhar depois para ganhar uma mixaria. Minha mãe sabe o que eu faço, só ela. Eu tive uma briga com uma das meninas da agência e ela de vingança ligou para a minha mãe e contou tudo. Minha mãe é evangélica, conservadora, mas entendeu o meu lado. Ela sabe que não gosto mas já viu que por enquanto não tem jeito. Uma coisa estranha que aconteceu é que hoje eu perdi a vontade de fazer sexo. Não tenho mesmo. Acho que é mentira de quem diz que gosta, mas a gente finge para o cliente ficar satisfeito. Não tem como você gostar de uma coisa que envolve dinheiro, você sabe que está se vendendo. De vez em quando eu fico deprimida e aí vou ao shopping e compro algumas coisas para esquecer. Vestido de roupa de marca de R$ 400 e penso: isso só me custou uma hora de trabalho. Meu sonho é andar pela rua como uma pessoa normal, saber que eu sou normal, que eu trabalho em algo normal. Hoje em dia, quando eu ando por aí, eu fico pensando que as pessoas olham para mim e pensam: essa mulher é prostituta. Me visto normalmente, sou discreta, até porque às vezes eu tenho que ir à casa dos clientes. Mas, para mim, está escrito na minha testa: sou prostituta."

Mel, 18 anos, é garota de programa há oito meses em São Paulo, cobra R$ 500 o programa
Comecei porque meu pai é advogado aposentado e minha mãe é falecida. Eu sempre quis ser médica e a faculdade é muito cara e eu não tenho como pagar. Aí pensei: vou virar prostituta. Procurei na internet, descobri o Romanza (casa noturna de São Paulo onde se concentram cerca de 250 garotas de programa por noite) e fui pra lá. Comecei a fazer stripper também. Aprendi tudo lá. Não foi muito assustador porque a casa parece uma balada. Perdi a virgindade com 14 anos mas não sei com quantos caras transei antes de vir para a noite. Eu moro sozinha e meu pai não sabe. Faz dois meses que ele mudou pra Alagoas. Tenho uma irmã mais velha, ela tem 35 anos. Começamos a fazer terapia familiar e em uma sessão acabei contando a verdade pra ela. Foi um alívio, eu precisava contar pra alguém. Ela conversou muito comigo, me deu conselhos. Meu pai pensa que eu trabalho com eventos. Eu gosto do dinheiro. Poucas vezes senti prazer. Vou começar minha faculdade agora, a mensalidade é de R$ 3.000 (medicina veterinária). Comprei um carro. O ruim da profissão é não ter vida social direito, não ver a luz do sol e mentir para as pessoas que mais amo. Vou dormir geralmente umas 7h da manhã e acordo às 16h. Vou pra academia e venho trabalhar. Agora com a faculdade, que é integral, vou trabalhar mais atendendo pelo telefone e também por site. Gasto uns R$ 2.000 com beleza por mês. Antes eu era instrutora de uma escola de informática e ganhava R$ 350 mensais. Cobro no mínimo R$ 500 o programa e tiro uma média de R$ 6.000 por mês. Eu não gosto de "boy", gosto de cliente mais velho, de 50 pra cima. Chego na noite, dou um "close" e já vejo os que têm essa idade. Com eles é mais rápido, às vezes nem rola sexo. Eu nunca tinha beijado mulher, beijei aqui, mas percebi que não tenho dom nenhum pra ser lésbica. Meu primeiro dia na noite foi numa suruba. Já tive cliente famoso, a maioria jogador de futebol. Tenho um namoradinho, cliente meu. Ele é casado, quando está em crise me procura, me dá dinheiro. Mas eu sinto falta dele." 

Aline, 21 anos, trabalha na noite há dois anos, em São Paulo, cobra entre R$ 300 e R$ 500
"Eu sou de Minas e comecei tem uns 2 anos. Uma amiga minha trabalhava aqui na noite e eu vim para conhecer. Gostei e vim pra ficar. Vim por necessidade mesmo. Na minha cidade eu terminei o colégio e não tinha emprego nem nada pra fazer. Contei para minha mãe assim que vim para São Paulo. Ela não fala nada porque eu ajudo com dinheiro em casa. Meu pai não sabe. Acha que tenho namorado e que trabalho com ele. Minha irmã mais nova também sabe. Já veio para cá duas vezes e também fez programa. Mas disse que não gostou de São Paulo para morar. Eu cobro de R$ 300 a R$ 500 e dá pra tirar cerca de R$ 10 mil por mês. Eu estou juntando dinheiro para abrir um negócio na minha cidade e voltar a morar lá. Acho que em mais um ano eu consigo. Gasto R$ 500 com beleza. Perdi minha virgindade aos 18, quase 19 anos, e tinha transado apenas com duas pessoas. Não faço programa com homens que usam drogas ou que não me tratem com respeito. Faço aula de axé e caminhadas todo dia. Durmo por volta das 3h, 4h. Não faço programa mais tarde que isso. Acordo meio-dia e fico na internet, na casa das minhas amigas (outras prostitutas que moram no mesmo prédio)."
http://www.mineira-acompanhante.k6.com.br

https://chat.whatsapp.com/8uM5xhMDQiG5XLmi7ODJdJ
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Juliana, 23, cobra até R$ 800 por programa
"Comecei com 18 anos e fiquei um ano na ativa. Depois fui estudar, comecei a trabalhar vendendo roupas em uma loja, namorar. Fiz dois anos de jornalismo de moda. Fiquei 4 anos um pouco afastada da noite e voltei há um. Uma amiga minha me levou para a noite. Na primeira, a recepcionista da boate me convidou para fazer um show. Depois do show um gringo me fez uma proposta boa e eu acabei saindo com ele. Não venho trabalhar sempre. Moro com minha família e ninguém sabe o que faço. O dinheiro aqui é muito fácil. Em uma hora você ganha o dobro, triplo do que ganharia em um mês em outro lugar. Trabalho também com eventos e divulgação de produtos em uma agência. Quando comecei a namorar ainda fazia programa e ele sabia. Essa vida vicia. A juventude da gente não é pra sempre. Tenho que me preocupar com meu futuro. Durante os quatro anos que fiquei estudando eu vinha de vez em quando, as vezes depois do trabalho. Vinha quando batia a necessidade. Minha família é de classe média, e meus pais têm a mente bem aberta, mas iam ficar assustados se soubessem por causa da educação que me deram. Eu venho por vaidade, capricho mesmo. Quero comprar alguma coisa e venho. Pretendo um dia não vir mais. Mas acho que eu sempre vou acabar vindo nem que seja pra rever pessoas queridas. Venho para trabalhar e não para me divertir. É uma troca: eles vêem em busca de prazer e a gente oferece companhia. Muitos nem querem sexo, querem sair para jantar, estão viajando e as esposas estão longe, não conseguem arrumar uma companhia bonita. As vezes tenho orgasmo. Depende do cara mesmo. Muitas meninas acabam enjoando de homem e viram lésbicas. Quando eu não sinto prazer eu tento disfarçar ao máximo. Os pontos positivos do programa resumem-se ao dinheiro fácil. Os negativos são os de não conhecer a índole da pessoa que você está saindo, não saber o que ela pode fazer com você, além das doenças. A maioria dos programas são rápidos. Rola muita ejaculação precoce. A molecada demora mais. Não faço questão de gente bonita, só exijo que seja higiênico."


Erika Paula, 22 anos
"Comecei há 2 anos. Sempre quis ser modelo, tinha contrato com uma agência e venceu. Aí me chamaram em outra e eu não tinha dinheiro pra ir. A amiga da minha irmã fazia programa e me trouxe. Comecei a frequentar sem fazer nada, depois de um mês é que topei fazer o programa. O primeiro foi péssimo. Era minha primeira noite, senti que estava me vendendo. Perdi minha virgindade com 17 anos, tinha transado com 3 caras na vida. Estava insegura, com medo de violência. Fiz 3 meses de jornalismo. Quero voltar a fazer faculdade, mas não tenho tempo. Durmo às 8 da manhã, acordo às 15h. Sou stripper, quase não faço programa. Ganho cachê. Programa eu cobro no mínimo R$ 600. Gringo às vezes dá caixinha no show. Gosto de homem que me trate como mulher e não como puta. O ruim da noite é que rola muita droga, muito vício. Já tirei R$ 5.000 num mês, mas geralmente tiro menos. Prefiro os homens entre 40 e 55 porque são mais maduros tem alguma coisa para passar. Meus pais sabem mas não aceitam. Moro com eles, minhas 3 irmãs e meu irmão. Sou a caçula. Sempre dancei, fazia jazz, natação, fiz teatro, curso de passarela. Minha família é de classe média. Já fui muito mimada por eles, agora que tô mais velha sou eu quem pago minhas coisas. Só gasto com necessidade, coisas de mulher. Gasto uns R$ 500 de cabeleireiro e cuido da minha alimentação. Se eu pudesse eu também lançaria um livro, como a Bruna Surfistinha. Eu não escondo de ninguém o que faço. Não sou santa. Sou prostituta."

Satiny Sehn, 18 anos
"Comecei a fazer programas em agosto de 2005, numa boate. Antes, já tinha transado com uns 20 caras. Chegava a dividir os meninos com uma amiga. Mas depois que eu virei garota de programa ela me virou as costas. Até hoje me lembro do meu primeiro cliente, o André. Ele era um cara muito lindo. Só achei meio estranho na hora de receber o dinheiro, pois me senti usada. Mas depois me acostumei. Tem muita menina que diz que faz por dinheiro, mas acredito que a gente tem de ter vocação. Quem atua em telemarketing usa a voz, quem trabalha com computador usa as mãos, eu uso o meu corpo. Qual é o problema? Não tenho vergonha do que faço. Acho que nasci pra isso. Ainda moro com os meus pais e não saio de casa porque amo a minha família. Eles não aceitam, mas acabam convivendo com isso. Sempre foram protetores e nunca me negaram nada. Tanto que quando fiz 18 anos, ganhei um carro de presente. Minha mãe é gerente de joalheria e o meu pai é bancário. A gente tem uma casa confortável, de quatro quartos. Eles descobriram que sou garota de programa porque minha mãe encontrou roupas sensuais, perfumes caros e meu extrato bancário no meu quarto. Fui expulsa de casa, mas voltei. Ela tenta me dar conselhos, diz que isso não é profissão e que daqui a 5 anos terei outra cabeça e vou me arrepender. Meu pai pouco fala comigo e isso me machuca muito. Mas eu gosto de ser garota de programa e não vou parar. Me sinto bem com os clientes. Adoro sexo, o ambiente de boate, das bebidas, do cheiro, de dançar, fazer filmes, fotos e strip-tease. Não tiro menos de R$ 5 mil por mês. Mas não faço por dinheiro. Não me imagino sem tudo isso." 



VENDEN-SE CALCINHAS USADAS

Crise? Nada! Criatividade e mercado...

Descobrimos através de pesquisas na internet que centenas de mulheres estão adotando essa prática de venderem as suas calcinhas usadas. E estão contentes com os resultados. O ser humano por natureza, possui a necessidade de incrementar, criar ou até mesmo participar de situações ou fantasias na hora de se relacionar com alguém. É daí que surgem os famosos fetiches sexuais.

O que diz o marido?
- Eu confesso que achei estranho quando a minha mulher disse que ia ganhar dinheiro vendendo calcinhas usadas. Ela colocou um anúncio na internet (Mercado Livre com foto da bunda dela) e só no primeiro dia foram 10 encomendas. Ela compra calcinha fio dental e fica o dia inteiro com a calcinha, vai na academia malhar, caminha no shopping e só depois de ficar muito suada ela então tira uma foto de frente e de costas com a calcinha. Enfia a calcinha num zip lock e junta com as fotos e envia por Sedex para o interessado. Todo mês ela tem calcinha nova e todos os dias tem pedidos! Só não dá para atender mais porque ela e uma só e quer zelar pela qualidade. Tem uns pedidos especiais de calcinha menstruada, mijada, e até com marca de freada de bicicleta. Ela faz tudo isso e ainda diz que era para eu trepar com ela várias vezes ao dia, porque o cliente quer sentir o cheiro da buceta com a minha porra. Nao temos do que reclamar, ja que está dando um bom dinheiro e ela está fazendo reciclagem.



sábado, 22 de setembro de 2018

Como vender calcinhas usadas no Brasil

Venda de calcinhas usadas


Sinceramente, quem ainda não se deparou com problemas financeiros, pelo menos uma vez em suas vidas?
Esperar por um pagamento de salário pode ser tão desesperador quando você tem contas a pagar. Não importa quanto ou quão pouco você ganhe, você pode ganhar uma soma respeitável vendendo suas calcinhas usadas, ou prefere jogá-las fora?
Bem, se és uma mulher de mente aberta, então aqui está a sua chance: vender calcinhas usadas!
O que pode parecer repugnante, nojento ou pelo menos um pouco estranho para você agora pode tornar-se uma fonte atraente e de longa duração de renda sem perder tempo – e tudo o que você precisa fazer é enviar sua foto vestindo a sua calcinha usada para nós para receber um bom dinheiro por ela.



A venda de calcinha usada  é um trabalho real?


Sim. Venda de calcinhas usadas podem ser consideradas um trabalho extra – pelo menos para algumas mulheres na Europa. Viver no século XXI, e com o uso da internet  facilitou comum para homens e mulheres que tem fetiche por calcinha usada. E isso significa que enquanto isso, todos podem expressar desejos sexuais abertamente e livremente sem medos e sem que se exponha, mas deve ser de forma séria e responsável. A quantidade de pessoas dispostas a dar uma de fetichista naquilo que mais deseja. 


Calcinha usada por uma bonita mulher é um fetiche bastante compreensível, e as Calcinhas por si só tem uma conotação sexual muito grande para eles, o indivíduo vai dar um lance pela sua peça cheia de cada cheiro das partes íntimas da mulher. E assim que receber uma de suas calcinhas usadas será algo realmente especial para os fetichistas.

Venda de calcinhas usadas podem transformar na principal fonte de renda para mulheres. E você pode usar um certo número de calcinha por dia e enviá-las para o nosso leilão, talvez você não queira vender um lote inteiro delas. No entanto, seu rendimento também depende de quanto tempo você estará disposta a usar uma, duas ou mais por dia, e quando você realmente tem a oferecer.

Os preços do nosso serviço vai reter 20% dos valores fechados na venda. O preço para calcinhas usadas e desgastadas inicia por R$ 50,00 podendo chegar a R$300,00 (depende da qualidade de calcinha e dos serviços adicionais agregados na venda como; fotos e vídeos que podem ser agregados em cada venda). Então considere quantas calcinhas você poderia vender por leilão, e o que você vai oferecer junto com eles: por exemplo, uma oferta com fotos com você usando-a - o que geralmente ganhará mais dinheiro do que somente as calcinhas. Vamos ver as possibilidades realistas, as suas chances de decidir individualmente sobre quanto você vai ganhar são bastante flexíveis e depende unicamente de você.


Vender calcinhas usadas on-line por dinheiro

Começar seu próprio negócio de venda de calcinha (Panty) usada para ganhar dinheiro.



" Segredos de um negócio em casa incrível finalmente revelado"
Já ouviu falar sobre as mulheres que vendem calcinhas usadas por diversão e lucro? Não é brincadeira; jovem, mulher mais velha, mãe, mulher magra, mulher maior, não importa quem você é.
Mulheres de todas as origens e situações estão vendendo calcinhas usadas com cheirinho de ppk para ganhar dinheiro todos os dias. Você também pode!
Parabéns por nos encontrar! Você está prestes a descobrir o segredo incrível que outras mulheres como você que estão usando a internet para ganhar dinheiro como renda extra sem tempo integral, vendendo produtos que usam todos os dias ao invés de jogá-las fora no lixo. Calcinhas, meias calça, meias dos pés, soutiens; os homens estão esperando para comprar por leilão.


Você chegou a uma decisão e quer vender calcinhas usadas, então? 
Bem, então é melhor começar usando o sistema de um site feito especialmente para moças, mulheres e senhoras dispostas a encontrar clientes sérios. 
Graças a eles, você vai ficar absolutamente anônima e você terá suporte para suas primeiras vendas, também. Tudo o que você precisa fazer é enviar as suas fotos para vende-las. Afinal, o site tem de encontrar meios de ganhar dinheiro, e ficamos com 20% do valor fechado na venda ou então não poderíamos oferecer o serviço por muito mais tempo. Então você vai precisar de pelo menos uma foto da peça que deseja vender (da calcinha conforme acima), e você terá que decidir em quanto tempo você vai usá-la. Lembre-se: Quanto mais você usar a calcinha, mais com seu cheiro  ela vai ficar. Pode enviar quantas fotos de calcinhas usadas quiser. Você terá uma boa impressão do mercado e de que você pode esperar. E, o que é mais importante: você vai ficar absolutamente anônimo e ninguém pode lhe fazer algum mal.









Como proceder para vender?
1 - Ser maior de 18 anos e tirar fotos (Ou pedir a uma amiga para tirar as fotos) com o seu celular de cada calcinha para ser leiloada e enviá-las para o nosso email ou envia-las pelo nosso WhatsApp (basta clicar aqui para ser adicionada automaticamente em nosso whatsapp).

2- Fornecer o numero de sua conta bancária ou poupança para receber o valor da venda da peça. Sabendo que será descontado 20% do valor do lance da peça para cobrir nossos serviços.

3 - Acompanhar o link da sua página que criaremos nesse blog/site, para visualizar os lances feitos pelos visitantes. Para nos avisar que aceita o lance.

4 - Caso queira, podemos ainda criar uma loja virtual em seu nome para você mesmo fazer as vendas diretamente das peças, sem a nossa intermediação.

Quer conhecer pessoas liberais em sua cidade pelo whatsap?

Clique aqui para entrar no grupo!

domingo, 6 de novembro de 2016

Você teria coragem de comprar/vender uma calcinha usada?

As brasileiras reclamam da crise, da falta de oportunidade no mercado de trabalho e afirmam que esta é uma prática segura, onde elas não correm nenhum risco, pois somente a calcinha é comercializada.

Você teria coragem de comprar/vender uma calcinha usada?


As vendas na #Internet não param de crescer e comprar online é algo que já se tornou comum no mundo inteiro. Até um certo tempo atrás, o e-commerce era um grande risco, mas atualmente se tornou tão comum que as pessoas já conseguem comprar de tudo online, desde calçados, livros, roupas, perfumes, flores e até calcinha usada. Isso mesmo. Tem uma estudante que usa a calcinha e depois anuncia na internet e ela tem conseguido um bom dinheiro com este seu empreendimento.


Uma jovem unviersitária na cidade de Hampshire, em Inglaterra, tem 21 anos e prefere não ser identificada. Ela revelou, em entrevista para o jornal The Independent, que mesmo pagando uma taxa para o site onde as calcinhas usadas são comercializadas, tem conseguido uma boa renda e pretende até alavancar seu negócio, pois garante que tem algumas garotas que estão comercializando outros "fluídos corporais" e que ela já pensa fazer o mesmo.
Uma prática muito comum na Internet são as garotas que cobram para ficarem se exibindo diante da câmera, mas nem todas concordam com esta prática porque é preciso se expor e muitas são tímidas ou temem que a família descubra. Entretanto, vender calcinhas usadas para elas é algo mais atrativo, porque não precisam mostrar o rosto e as pessoas nem sabem que elas são das donas do empreendimento, pois apenas são mostradas fotos das calcinhas usadas. A prática é lucrativa e as jovens conseguem dinheiro para pagar todas as despesas e até mesmo para fazerem faculdade.


A venda de calcinhas usadas vem crescendo muito aqui no Brasil por vários motivos:
  • é um negócio seguro, já que a garota não corre risco de vida, como acontece com aquelas que fazem "programas sexuais";
  • a garota não precisa mostrar o rosto, então o trabalho se torna completamente anônimo;
  • possibilidade de ampliar as vendas, vendendo também sutiã usado, batom usado, entre outros objetos.

No Brasil, num dos maiores sites de vendas online, é possível encontrar calcinhas usadas com preços que variam de R$ 30 a R$ 50 e por incrível que pareça, não têm faltado compradores.

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