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quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Cheirar calcinhas usadas, mulher também gosta disso


É mais normal do que imaginamos e está na internet para quem quiser ver e comprar.
O estimulo sexual é obtido em cheirar calcinhas usadas e quanto mas tempo em contato com o órgão genital feminino mas disputado o artigo é!
Estranho para alguns, excitante para outros.
Sou uma mulher madura 35 anos casada dois filhos, tive a ideia de montar este blog (calcinhas usadas e fetiches) pois desde adolescente coleciono lingeries.

Resultado de imagem para adoro cheirar minha calcinha


Ao passar dos anos por volta de meus 22 anos vi na internet, algumas fotos e relatos de mulheres que se masturbavam utilizando objetos e coisas intimas, isso me despertou uma certa curiosidade na época, e ao ver algumas fotos de uma mulher (por sinal muito bonita) se masturbando cheirando uma calcinha. Nunca havia tido esta curiosidade desde de então. Mas isso ficou por dias em minha cabeça.

Certo dia estava eu em casa na época ainda era solteira, quando chegou uma vizinha nossa que havia acabado de mudar para a casa ao lado, como ela e o marido trabalhavam e estavam ainda recebendo os móveis, ela gentilmente me pediu para ficar com as chaves da casa para receber uma entrega. Como não me custava nada fazer o favor atendi seu pedido.no mesmo dia chegou o móvel que eles esperavam, abri a porta para o entregador, assinei a nota e levei ele ate o portão de saída.
Quando ia fechar a casa tive uma curiosidade mórbida de olhar a casa e ver as dependências, pois eles tinham feito reforma. como o entregador deixou a caixa na sala que até então era o único lugar da casa que eu tinha visto, fui ver as outras dependências, a cozinha era comum ainda faltando móveis, o quarto bagunçado pois eles saiam cedo e não dava tempo de arrumar era uma casa normal como qualquer outra. Fui ao banheiro para ver se haviam feito algo de diferente abri a porta do banheiro que ainda estava molhado e ao olhar ao lado do box vi um cesto de roupas cinza e ao lado no chão uma calcinha enrolada como que tirada as presas para o banho. Fui recolher do chão para colocá-la no cesto quando não sei porque veio em minha cabeça as coisas que vi na internet. peguei a calcinha do chão ela era preta toda de renda transparente na frente e bem pequena ainda pensei como caberia em minha vizinha pois ela tinha o corpo um pouco avantajado. Não sei porque tive a curiosidade de colocar ela no nariz pra ver que cheiro tinha.


Nossa aquilo foi a sensação mais estranha que senti, a calcinha tinha não um odor mas um cheiro gostoso de sexo com suor e urina. Rapidamente coloquei de volta e sai para minha casa assustada com aquela situação. Neste dia não mais retornei lá e fiquei o dia inteiro martelando na cabeça a sensação que tinha sentido. Durante o restante da semana fiquei pensando, mas o estranho é que toda vez que pensava no assunto sentia minha calcinha molhar e até cheguei a me masturbar pensando nisso.


Na sexta feira minha vizinha pediu novamente para receber entrega e eu fiz o mesmo ritual de sempre dispensei o entregador, mas desta vez tranquei a porta de entrada, pois estava ansiosa e ao mesmo tempo exitada para ter novamente esta experiencia. Fui até o banheiro direto e ao olhar vi novamente o cesto de roupas sujas só que desta vez estava cheio. Meio que com medo mas exitada comecei a mexer nele e logo na primeira peça que puxo de dentro cai uma calcinha branca ao pegar vi que o fundinho tava amarelinho de xixi, meio que receosa mas toda molhada de tesão pus no nariz e novamente senti um arrepio de excitação. Não aguentando fui mexendo no cesto e separando todas as calcinhas que encontrava, ao todo cinco, incluindo a preta do inicio da semana, uma branca, uma rosa, uma azul e uma vermelha toda de renda e com abertura entre os lábios... Meu deus o que estava fazendo não resisti e comecei a cheira-las e me masturbar ao mesmo tempo em menos de dois minutos gozei numa sensação nunca sentida antes nem mesmo com penetração. Deste dia em diante nao deixava passar uma calcinha despercebida podia ser de amiga, tia, prima, e até das minhas duas irmãs eu cheirava. Tenho ate hoje este fetiche e meu marido sabe e me apoia, certa vez ele ate roubou uma calcinha pra mim e nos masturbamos juntos, mas esta e outra historia.




Só o que poço dizer é que meus relatos são verdadeiros. Meu marido sabe e me apoia e juntos temos muitas experiências que vou relatar aqui.                     

A única coisa que peço é respeito pelas pessoas e seus fetiches. Sou casada, mãe, não faço programa e muito menos traio meu marido. Obrigado a todos que me apoiam e me respeitam.
Relato tirado do blog Calcinhas Usadas e Fetiches


sábado, 6 de outubro de 2018

Minha tia e sua namorada... Flagra!

Sempre vou a casa de meu tio Ubaldo, sem avisar, somos vizinhos e acostumei com essa forma de visitá-lo.
Uma bela terça feira, num feriado de aniversário da  minha cidade, lá fui eu para a casa do tio para bater um papo e ver como todos estavam.
Era uma casa dessa de interior, com uma cerca na frente e um portão de madeira, que sempre estava destrancado. Entrei e passei pelo lado da casa, como sempre fazia, e ao passar por uma das janelas ouvi uns gemidos, achei que tinha alguém passando mal, foi quando vi pelo vidro e uma fresta  da cortina, que a esposa de meu tio (irmão de meu pai) estava no quarto com uma jovem moça, a qual não conhecia até aquele momento.
Elas estavam num amasso e enroscadas uma na outra. Estava com o celular, e não pensei duas vezes, comecei a fotografar a cena. Pensei: meu tio merecia saber daquilo...

A tia é uma coroa, casada com meu tio, com filhos iria até ter netos em breve, mas não sabia que ela curtia meninas/mulheres! Depois deste acontecimento vi a tia Idalina como mulher bem liberal. Fiquei ali, meio que pasma, elas tiraram as blusas, minha tia tirou a calcinha, a Soninha (que vim a conhecer mais tarde), e começaram a se pegar novamente com beijos e lambidas. E eu só fotografando...

Fiquei instantaneamente de pau duro, e olhando para elas pela fresta da cortina, pelo vidro e olhando para os lados para ver se alguém podia se aproximar. A tia Idalina se encostou começou a alisar os peitos da Soninha que caiu de boca nela com um beijo profundo e safado...

A Soninha se abaixou percorrendo os seios da tia Idalina com muito carinho e volúpia, que a tia Idalina se contorcia e gemia muito.
E depois de alguns minutos a Soninha foi direto na buceta da minha tia, chupando-a com tanta intensidade, sugava-lhe a xoxota com maestria e tesão.
Passado alguns minutos a tia Idalina gosou na boca da Soninha, e saiu dessa posição empurrando a Soninha para deitá-la e foi pra cima dela.

E da mesma forma começou a chupar os seios fartos da Soninha, que também gemia de prazer e tesão. O tio Ubaldo disse que a tia era boa de cama, agora entendia porque, ela tinha experiência comprovada...

Percebi que a tia estava morrendo de tesão, e era a hora de sair dali da posição de observador (voyeur) para dar um flagra nelas, e me dar bem...
E fui em direção a porta da cozinha, passei pela varanda e fui entrando pela casa, passei pela cozinha, corredor. E ao chegar naquele quarto que é o de de minha prima que casou-se, abri a porta e entrei gritando: Não tem ninguém em casa... A Soninha continuava sendo chupada! 
Quando abri a porta a cara da minha tia literalmente caiu ao chão, pediu desculpas e tentou se cobrir e desconversar, falando que meu tio tinha viajado para aproveitar o feriado daquele dia, disse a elas que tudo bem, pedi desculpas e que estaria na cozinha, iria tomar uma água e um café, passaram alguns minutos a minha tia apareceu com a moça, me apresentou a menina, Chama-se Soninha e é uma vendedora de perfumes, e me pediu para não comentar com ninguém o que eu tinha visto.
Disse que não falaria nada, e que havia fotografado as duas pela fresta da cortina pela janela, e que se me convidassem para a brincadeira também, com certeza, aquilo ficaria enterrado para sempre. Elas meio que assustadas, balançaram a cabeça positivamente. Era tudo que eu queria saber, peguei a Soninha pela mão que estava de mãos dadas com a Tia e fomos para o quarto de meu tio, antes puxei bem as cortinas e tranquei a porta, e minha tia veio novamente tentando explicar o inexplicável. Disse para a tia:
- Tia, não precisa explicar nada, está tudo bem, não sei de nada e não vi nada, apenas fiz algumas fotografias...
Soninha estava com uma mini saia estampada e logo fui enfiando a mão em sua calcinha e passando a mão na buceta molhada dela, a tia Idalina estava meio sem graça com a situação pois nunca tinha feito nada parecido, mas que também estava morrendo de tesão, pois meu tio andava meio distante de sexo com ela, e ela carente fez com a Soninha algo sem pestanejar.
A tia Idalina  e o tio Ubaldo eram legais e eu gostava muito de meu tio, e sabia que ele pulava a cerca de vez em quando. Foi quando tirei o sutiã da tia, ela meio que tentou impedir com as mãos e eu disse:
- “Ah deixa tia”, e coloquei a mão dela sobre a bermuda na direção da minha rola, ela começou a elogiar, dizendo que estava muito carente de rola, que havia meses que não tinha a rola de meu tio, acalmei ela e coloquei a pica pra fora e as duas fizeram alguns comentários sobre minha rola; "nossa como está dura", "que delícia de pica" enquanto isso eu alisava a bunda da Soninha com uma calcinha branca. E passei o dedo no grelo dela, estava todo melado e durinho. Minha tia já se deitada na cama ainda de calcinha, toda escancarada!



Para deixar minha tia Idalina mais a vontade, peguei sua cabeça carinhosamente e fui direcionando para baixo, ela relutou um pouco toda envergonhada, mas acabou não resistindo e caiu de boca no meu pau na frente da Soninha! E logo a Soninha também estava dividindo a minha pica com a tia Idalina, falou que era uma loucura, mas que adorou a minha rola, e já que meu tio estava viajando, ela iria aproveitar, confesso que isso me deu até mais tesão ainda, mas realmente era insano fazer isso, mas devíamos resistir, apesar de que pelo tesão que a tia estava ela queria mesmo, então vamos continuar...
Ela disse: - Fica assim não, isso é normal ter tesão pela tia e a tia pelo sobrinho do marido, uma vez vi você na minha casa olhando a minha bunda, vi pelo espelho do meu quarto que me desejava, e eu até gostei, me senti atraída pelo desejo proibido de transar com meu sobrinho, e ela começou a chupar minha pica, eu logo gozei na boca dela e da Soninha, elas engoliram a porra todinha, joguei ela em cima da cama e comecei a chupar a buceta dela que estava toda molhadinha, a Soninha sentou-se sobre o rosto dela e se contorcia, logo gozamos...
Passado alguns minutos, a Soninha pegou o meu pau e começou a chupa-lo, logo que endureceu ela o colocou devagarinho na sua buceta,  e  começou a gritar de tesão e falando ….. Idalina que sobrinho safado …. me come ….. come minha buceta, me faz gozar logo, sentia que ia gozar logo, ela tirou meu pau de sua buceta e falou; - goza no meu cu,  colocando o meu pau no rabo dela e gozou loucamente, o cu ficou cheio de porra,  depois disso, nos levantamos e fomos tomar um banho juntos, os três, lá dentro do banheiro, ela segurou-se na parede e começou a beijar a Soninha, eu rapidamente levantei uma das pernas da Soninha e coloquei meu pau na buceta dela novamente até ela gozar e depois de muitas chupadas, lambidas e gosadas, conversamos e decidimos que ninguém iria saber daquilo, e que sempre que desse a gente transaria de novo, trocamos número de zap e à partir daquele dia sempre conversamos e trocamos fotos em três. Estou doido para termos outros encontros como aquele...
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Mulheres recorrem a striptease na web para aumentar renda
Veja o vídeo aqui
Aprendiz (nome fictício) fatura entre R$ 6 mil e R$ 10 mil por mês pelas exibições e shows de striptease que faz diariamente do próprio quarto. No início, ficou receosa quando uma amiga a apresentou o site. Temia a reação do marido, e que o trabalho estivesse associado à prostituição. Hoje, ela engrossa a lista de mulheres que recorrem à striptease na web para aumentar a renda.

— Eu era muito desengonçada e desajeitada. Não sabia fazer as coisas direito, nem lidar com essa exibição. Mas aos poucos fui me soltando. Hoje vejo como posso ser sexy - conta.
A história de Aprendiz é contada no primeiro episódio do programa "Vamos falar de sexo", que estreia hoje no GLOBO. Toda quarta-feira, o site trará uma história interessante sobre as mais recentes novidades e tendências no universo do sexo.
— Esse trabalho não deve ser confundido com prostituição. Ele nada mais é do que uma promessa sem entrega. O exibicionismo em questão não é tão diferente, se formos pensar, do que é visto nos desfiles de carnaval - explica o educador sexual Marcos Ribeiro.
Antes de recorrer às webcams, Aprendiz estudava gastronomia, trabalhava num restaurante e precisava cruzar a cidade do Rio de Janeiro de ponta a ponta.
 
— Com uma semana de trabalho percebi que eu conseguia ganhar mais do que no lugar em que trabalhava-, pondera.

O site é o principal do país com o serviço. São 80 mil acessos diários, e cachês que variam entre R$1.500 e R$20 mil. O repasse às modelos é quinzenal, elas não são obrigadas a mostrar o rosto, e os shows podem ser individuais ou coletivos. Fonte:  Globo

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Depoimentos de garota de programa

Alana, 20 anos, prostituta há seis meses no Rio de Janeiro, cobra R$ 400 e faz cerca de quatro programas por dia, de uma hora cada
"Comecei a fazer programa há seis meses. Antes, eu trabalhava como babá e no meu último emprego ganhava R$ 400 por mês. Hoje, ganho R$ 1.600 por dia. Estava desempregada há mais ou menos um ano e lendo os classificados de emprego acabei parando na parte de garotas de programa. Vi que elas ganhavam em uma hora o que eu levava um mês para receber, aturando patrão. Procurei uma agência, fui entrevistada e no mesmo dia comecei a trabalhar. O primeiro homem já estava lá me esperando, um coroa que devia ter uns 50 anos. A dona fez questão de dizer que era a minha estreia em programa. Deu nojo, queria que acabasse logo. Faço programas principalmente na Barra da Tijuca (bairro nobre do Rio). Geralmente os homens, em sua maioria casados, marcam em motéis, poucos são em casa. Quando eu comecei tinha namorado, mas com o tempo fui tomando nojo de homem. Eles são todos iguais: traem as mulheres. Tem cara que chega no motel e liga para a mulher todo cheio de amorzinho. Dizem que sair com prostituta não é traição, mas eu acho que é. Sempre que eu saio para um programa eu sinto uma angústia, um medo de não voltar mais, de encontrar alguém violento, que não queira pagar. Antes eu trabalhava com agência, mas agora faço tudo sozinha, me exponho mais. Não tive muita chance na vida, fiz o Segundo Grau, mas quero mudar. Não sei bem o que eu quero da vida, mas o que eu não quero eu sei: não quero continuar fazendo programa. Tenho clientes fixos, que aparecem toda semana, com a mesma história. Já recebi propostas de casamento, mas eu não aceito, porque eu sei que o cara vai se casar comigo numa semana e na outra estará na cama com prostituta. Já ganhei uma moto de um cliente, que eu vendi. Em pouco tempo, eu consegui pagar todas as minhas contas e comprar computador, roupa, celular da moda, tudo. O difícil de largar essa vida é se conformar em trabalhar depois para ganhar uma mixaria. Minha mãe sabe o que eu faço, só ela. Eu tive uma briga com uma das meninas da agência e ela de vingança ligou para a minha mãe e contou tudo. Minha mãe é evangélica, conservadora, mas entendeu o meu lado. Ela sabe que não gosto mas já viu que por enquanto não tem jeito. Uma coisa estranha que aconteceu é que hoje eu perdi a vontade de fazer sexo. Não tenho mesmo. Acho que é mentira de quem diz que gosta, mas a gente finge para o cliente ficar satisfeito. Não tem como você gostar de uma coisa que envolve dinheiro, você sabe que está se vendendo. De vez em quando eu fico deprimida e aí vou ao shopping e compro algumas coisas para esquecer. Vestido de roupa de marca de R$ 400 e penso: isso só me custou uma hora de trabalho. Meu sonho é andar pela rua como uma pessoa normal, saber que eu sou normal, que eu trabalho em algo normal. Hoje em dia, quando eu ando por aí, eu fico pensando que as pessoas olham para mim e pensam: essa mulher é prostituta. Me visto normalmente, sou discreta, até porque às vezes eu tenho que ir à casa dos clientes. Mas, para mim, está escrito na minha testa: sou prostituta."

Mel, 18 anos, é garota de programa há oito meses em São Paulo, cobra R$ 500 o programa
Comecei porque meu pai é advogado aposentado e minha mãe é falecida. Eu sempre quis ser médica e a faculdade é muito cara e eu não tenho como pagar. Aí pensei: vou virar prostituta. Procurei na internet, descobri o Romanza (casa noturna de São Paulo onde se concentram cerca de 250 garotas de programa por noite) e fui pra lá. Comecei a fazer stripper também. Aprendi tudo lá. Não foi muito assustador porque a casa parece uma balada. Perdi a virgindade com 14 anos mas não sei com quantos caras transei antes de vir para a noite. Eu moro sozinha e meu pai não sabe. Faz dois meses que ele mudou pra Alagoas. Tenho uma irmã mais velha, ela tem 35 anos. Começamos a fazer terapia familiar e em uma sessão acabei contando a verdade pra ela. Foi um alívio, eu precisava contar pra alguém. Ela conversou muito comigo, me deu conselhos. Meu pai pensa que eu trabalho com eventos. Eu gosto do dinheiro. Poucas vezes senti prazer. Vou começar minha faculdade agora, a mensalidade é de R$ 3.000 (medicina veterinária). Comprei um carro. O ruim da profissão é não ter vida social direito, não ver a luz do sol e mentir para as pessoas que mais amo. Vou dormir geralmente umas 7h da manhã e acordo às 16h. Vou pra academia e venho trabalhar. Agora com a faculdade, que é integral, vou trabalhar mais atendendo pelo telefone e também por site. Gasto uns R$ 2.000 com beleza por mês. Antes eu era instrutora de uma escola de informática e ganhava R$ 350 mensais. Cobro no mínimo R$ 500 o programa e tiro uma média de R$ 6.000 por mês. Eu não gosto de "boy", gosto de cliente mais velho, de 50 pra cima. Chego na noite, dou um "close" e já vejo os que têm essa idade. Com eles é mais rápido, às vezes nem rola sexo. Eu nunca tinha beijado mulher, beijei aqui, mas percebi que não tenho dom nenhum pra ser lésbica. Meu primeiro dia na noite foi numa suruba. Já tive cliente famoso, a maioria jogador de futebol. Tenho um namoradinho, cliente meu. Ele é casado, quando está em crise me procura, me dá dinheiro. Mas eu sinto falta dele." 

Aline, 21 anos, trabalha na noite há dois anos, em São Paulo, cobra entre R$ 300 e R$ 500
"Eu sou de Minas e comecei tem uns 2 anos. Uma amiga minha trabalhava aqui na noite e eu vim para conhecer. Gostei e vim pra ficar. Vim por necessidade mesmo. Na minha cidade eu terminei o colégio e não tinha emprego nem nada pra fazer. Contei para minha mãe assim que vim para São Paulo. Ela não fala nada porque eu ajudo com dinheiro em casa. Meu pai não sabe. Acha que tenho namorado e que trabalho com ele. Minha irmã mais nova também sabe. Já veio para cá duas vezes e também fez programa. Mas disse que não gostou de São Paulo para morar. Eu cobro de R$ 300 a R$ 500 e dá pra tirar cerca de R$ 10 mil por mês. Eu estou juntando dinheiro para abrir um negócio na minha cidade e voltar a morar lá. Acho que em mais um ano eu consigo. Gasto R$ 500 com beleza. Perdi minha virgindade aos 18, quase 19 anos, e tinha transado apenas com duas pessoas. Não faço programa com homens que usam drogas ou que não me tratem com respeito. Faço aula de axé e caminhadas todo dia. Durmo por volta das 3h, 4h. Não faço programa mais tarde que isso. Acordo meio-dia e fico na internet, na casa das minhas amigas (outras prostitutas que moram no mesmo prédio)."
http://www.mineira-acompanhante.k6.com.br

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Juliana, 23, cobra até R$ 800 por programa
"Comecei com 18 anos e fiquei um ano na ativa. Depois fui estudar, comecei a trabalhar vendendo roupas em uma loja, namorar. Fiz dois anos de jornalismo de moda. Fiquei 4 anos um pouco afastada da noite e voltei há um. Uma amiga minha me levou para a noite. Na primeira, a recepcionista da boate me convidou para fazer um show. Depois do show um gringo me fez uma proposta boa e eu acabei saindo com ele. Não venho trabalhar sempre. Moro com minha família e ninguém sabe o que faço. O dinheiro aqui é muito fácil. Em uma hora você ganha o dobro, triplo do que ganharia em um mês em outro lugar. Trabalho também com eventos e divulgação de produtos em uma agência. Quando comecei a namorar ainda fazia programa e ele sabia. Essa vida vicia. A juventude da gente não é pra sempre. Tenho que me preocupar com meu futuro. Durante os quatro anos que fiquei estudando eu vinha de vez em quando, as vezes depois do trabalho. Vinha quando batia a necessidade. Minha família é de classe média, e meus pais têm a mente bem aberta, mas iam ficar assustados se soubessem por causa da educação que me deram. Eu venho por vaidade, capricho mesmo. Quero comprar alguma coisa e venho. Pretendo um dia não vir mais. Mas acho que eu sempre vou acabar vindo nem que seja pra rever pessoas queridas. Venho para trabalhar e não para me divertir. É uma troca: eles vêem em busca de prazer e a gente oferece companhia. Muitos nem querem sexo, querem sair para jantar, estão viajando e as esposas estão longe, não conseguem arrumar uma companhia bonita. As vezes tenho orgasmo. Depende do cara mesmo. Muitas meninas acabam enjoando de homem e viram lésbicas. Quando eu não sinto prazer eu tento disfarçar ao máximo. Os pontos positivos do programa resumem-se ao dinheiro fácil. Os negativos são os de não conhecer a índole da pessoa que você está saindo, não saber o que ela pode fazer com você, além das doenças. A maioria dos programas são rápidos. Rola muita ejaculação precoce. A molecada demora mais. Não faço questão de gente bonita, só exijo que seja higiênico."


Erika Paula, 22 anos
"Comecei há 2 anos. Sempre quis ser modelo, tinha contrato com uma agência e venceu. Aí me chamaram em outra e eu não tinha dinheiro pra ir. A amiga da minha irmã fazia programa e me trouxe. Comecei a frequentar sem fazer nada, depois de um mês é que topei fazer o programa. O primeiro foi péssimo. Era minha primeira noite, senti que estava me vendendo. Perdi minha virgindade com 17 anos, tinha transado com 3 caras na vida. Estava insegura, com medo de violência. Fiz 3 meses de jornalismo. Quero voltar a fazer faculdade, mas não tenho tempo. Durmo às 8 da manhã, acordo às 15h. Sou stripper, quase não faço programa. Ganho cachê. Programa eu cobro no mínimo R$ 600. Gringo às vezes dá caixinha no show. Gosto de homem que me trate como mulher e não como puta. O ruim da noite é que rola muita droga, muito vício. Já tirei R$ 5.000 num mês, mas geralmente tiro menos. Prefiro os homens entre 40 e 55 porque são mais maduros tem alguma coisa para passar. Meus pais sabem mas não aceitam. Moro com eles, minhas 3 irmãs e meu irmão. Sou a caçula. Sempre dancei, fazia jazz, natação, fiz teatro, curso de passarela. Minha família é de classe média. Já fui muito mimada por eles, agora que tô mais velha sou eu quem pago minhas coisas. Só gasto com necessidade, coisas de mulher. Gasto uns R$ 500 de cabeleireiro e cuido da minha alimentação. Se eu pudesse eu também lançaria um livro, como a Bruna Surfistinha. Eu não escondo de ninguém o que faço. Não sou santa. Sou prostituta."

Satiny Sehn, 18 anos
"Comecei a fazer programas em agosto de 2005, numa boate. Antes, já tinha transado com uns 20 caras. Chegava a dividir os meninos com uma amiga. Mas depois que eu virei garota de programa ela me virou as costas. Até hoje me lembro do meu primeiro cliente, o André. Ele era um cara muito lindo. Só achei meio estranho na hora de receber o dinheiro, pois me senti usada. Mas depois me acostumei. Tem muita menina que diz que faz por dinheiro, mas acredito que a gente tem de ter vocação. Quem atua em telemarketing usa a voz, quem trabalha com computador usa as mãos, eu uso o meu corpo. Qual é o problema? Não tenho vergonha do que faço. Acho que nasci pra isso. Ainda moro com os meus pais e não saio de casa porque amo a minha família. Eles não aceitam, mas acabam convivendo com isso. Sempre foram protetores e nunca me negaram nada. Tanto que quando fiz 18 anos, ganhei um carro de presente. Minha mãe é gerente de joalheria e o meu pai é bancário. A gente tem uma casa confortável, de quatro quartos. Eles descobriram que sou garota de programa porque minha mãe encontrou roupas sensuais, perfumes caros e meu extrato bancário no meu quarto. Fui expulsa de casa, mas voltei. Ela tenta me dar conselhos, diz que isso não é profissão e que daqui a 5 anos terei outra cabeça e vou me arrepender. Meu pai pouco fala comigo e isso me machuca muito. Mas eu gosto de ser garota de programa e não vou parar. Me sinto bem com os clientes. Adoro sexo, o ambiente de boate, das bebidas, do cheiro, de dançar, fazer filmes, fotos e strip-tease. Não tiro menos de R$ 5 mil por mês. Mas não faço por dinheiro. Não me imagino sem tudo isso." 



VENDEN-SE CALCINHAS USADAS

Crise? Nada! Criatividade e mercado...

Descobrimos através de pesquisas na internet que centenas de mulheres estão adotando essa prática de venderem as suas calcinhas usadas. E estão contentes com os resultados. O ser humano por natureza, possui a necessidade de incrementar, criar ou até mesmo participar de situações ou fantasias na hora de se relacionar com alguém. É daí que surgem os famosos fetiches sexuais.

O que diz o marido?
- Eu confesso que achei estranho quando a minha mulher disse que ia ganhar dinheiro vendendo calcinhas usadas. Ela colocou um anúncio na internet (Mercado Livre com foto da bunda dela) e só no primeiro dia foram 10 encomendas. Ela compra calcinha fio dental e fica o dia inteiro com a calcinha, vai na academia malhar, caminha no shopping e só depois de ficar muito suada ela então tira uma foto de frente e de costas com a calcinha. Enfia a calcinha num zip lock e junta com as fotos e envia por Sedex para o interessado. Todo mês ela tem calcinha nova e todos os dias tem pedidos! Só não dá para atender mais porque ela e uma só e quer zelar pela qualidade. Tem uns pedidos especiais de calcinha menstruada, mijada, e até com marca de freada de bicicleta. Ela faz tudo isso e ainda diz que era para eu trepar com ela várias vezes ao dia, porque o cliente quer sentir o cheiro da buceta com a minha porra. Nao temos do que reclamar, ja que está dando um bom dinheiro e ela está fazendo reciclagem.



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