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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

apelidos da vagina

A parte externa da vulva é denominada vestíbulo da vagina. Lá se encontram dois orifícios: orifício urinário (da uretra) e o orifício genital (da vagina).
A parte interna da vagina estende-se até à porção inicial do útero (colo), região denominada de fórnix da vagina, todo esse conjunto é denominado canal vaginal. O canal vaginal apresenta duas partes de origens embriológicas diferentes, pois a origem do canal vaginal é promovida quando o útero se encontra próximo ao epitélio que formara o vestíbulo e começa a migrar para a sua posição final, o tecido epitelial é puxado, assim como o tecido do útero, formando assim o canal vaginal com sua porção superior formada por tecido proveniente do útero e a porção inferior do tecido epitelial; o hímen é formado com o estiramento do tecido epitelial de onde o útero estava próximo, promovendo assim um afinamento desta superfície.
O limite entre a vagina e a vulva constitui uma dobra, o hímen. Este encontra-se na porção anterior do canal vaginal, em mulheres que nunca tiveram relações sexuais, ou vestígios da estrutura, em mulheres que já tiveram relações.
As dimensões da vagina humana adulta são altamente variáveis de indivíduo para indivíduo, e nenhuma forma caracteriza todas as vaginas. As dimensões da vagina humana não tem sido objeto de intensa investigação com a mesma proporção da investigação sobre o tamanho do pénis humano. Além das variações de tamanho, a vagina de uma mulher pode variar substancialmente em tamanho durante a excitação sexual, a relação sexual e o parto. A vagina também possui elasticidade e se expande tanto em comprimento e largura durante a excitação sexual, a relação sexual e durante o parto.
Veja abaixo alguns apelidos da vagina:

1. Xoxota

2. Xereca

3. Pepeka

4. Buçanha

5. Buceta

6. Perseguida

7. Xana

8. Xavasca

9. Aranha

10. Pupuca

11. Prochaska

12. Perereca

13. Vulva

14. Tchorna

15. Bruschetta

16. Tabaca

17. Caverna do dragão

18. Beira

19. Pamonhão

20. Broa

21. Priquita

22. Periquita

23. Prexereca

24. Florzinha

25. Passarinha

26. Princesinha

27. Amorinha

28. Menininha

29. Xota

30. Xaninha

31. Xena

32. Bibinha

33. Pipinha

34. Tulipa

35. Pombinha

36. Borboletinha

37. Shakira

38. Beyonceta

39. Rosinha

40. Peca

41. Mexirica

42. Inhanha

43. Maravilha

44. Pipica

45. Dita Cuja

46. Pata de camelo

47. Esfiha

48. Bichinha

49. Perina

50. Calopsita

51. Preciosa

52. Carlota

53. Pepita

54. Capô de fusca

55. Tchalala

56. Prísica

57. Cachuleta

58. Pimpolha

59. Pitchulinha

60. Racha

61. Tchutchuca

62. Marisco

63. Biscoitinho

64. Cajuzinho

65. Xampola

66. Hamburguinho

67. Xiri

68. Pipinha

69. Bichochota

70. Bombril

71. Tcheca

72. Pachacha

73. Quirica

74. Zona do agrião

75. Cachuleta

76. Banguela

77. Xoxoca

78. Ostrinha

79. Peteca

80. Taturana

81. Tchaca

82. Petchereca

83. Estrelinha

84. Bacurinha

85. Boca de golfinho



Burusera - Fetiche por calcinha usada

Burusera (Burusera (ブルセラ?) é uma palavra japonesa, criada a partir da combinação das palavras burumā (ブルマー?), de bloomers (uniformes usados em aulas de educação física) e sērā-fuku (セーラー服?), que significa o uniforme de marinheiro, que é o tradicional uniforme escolar para meninas no Japão.

Em 1993 (e mesmo antes) iniciou-se um fenômeno onde estudantes japonesas passaram a vender partes de seu uniforme escolar (sērā-fuku) e roupas íntimas esportivas usadas para lojas especializadas, apenas para obter lucro. Esses estabelecimentos semi-legais escondidos em porões de prédios reúnem um público masculino interessado em comprar tais peças para satisfação de fetiche sexual. Clique para continuar lendo!


https://form.jotformz.com/93238675301660


segunda-feira, 15 de outubro de 2018

calcinha usada da Denny em leilão para fetinhistas do burusera

Calcinha lilás da Denny para leilão
“O principal motivo para eu entrar nessa de vender minhas calcinhas usadas foi a praticidade e o lucro. 

Gosto de calcinhas boas e confortáveis que também são bem mais caras, então, não daria para ter uma gaveta cheia delas. Daí, depois que um homem que é fetichista (e colecionador de calcinhas usadas) viu minhas as fotos e telefone no facebook, me perguntou se eu venderia uma de minhas calcinhas usadas, para ele, a calcinha usada é um objeto de fetiche sexual. Isso, claro, tem vários motivos, seja porque o cara viu algum tipo de pornografia que incluía tal objeto, seja porque nunca teve a coragem de compartilhar tal fetiche com sua namorada, esposa ou até mesmo ficantes. Procurar alguma menina pela internet que possa satisfazer esse desejo é fácil e anônimo. Mas é claro que vai ter seu preço. Talvez por isso seja relativamente fácil cobrar mais caro por itens pessoais um pouco menos usual ou mais estranho para a maioria das pessoas.



Resolvi então pesquisar na internet sobre esse assunto, e entre milhares de registros, achei o site de vocês, foi então que resolvi lhes enviar esse email para também vender as minhas calcinhas usadas ao invés de jogá-las fora, coisa que fazia até então, sei que com isso pararei de lavá-las no banho, de enxaguar bem para não ficar resíduos de sabão, de estender (e correr o risco de ter uma de minhas calcinhas roubadas, pois tenho amigas que já tiveram as suas respectivas calcinhas roubadas no varal), de recolher, de guardar, para então ganhar dinheiro vendendo as minhas calcinhas usadas em leilão..." Segue minhas fotos!

Obrigada.
Denny



Dê o seu lance abaixo em comentários, mencionando o nome da peça!


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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Mulheres faturam dinheiro vendendo calcinha usada

A venda de calcinhas usadas na internet está ganhando cada vez mais adeptos. Prova disso são os sites especializados no ramo que estão fazendo sucesso nos Estados Unidos e Inglaterra. As informações são do Portal do Holanda.



Por on
De acordo com o The Independent, uma jovem de 21 anos revelou que consegue ganhar até cerca de 100 libras, o equivalente a cerca de R$ 428, vendendo apenas uma ou duas calcinhas por semana.
 
 
O público-alvo do novo ramo: marmanjos que sentem prazer cheirando uma peça já usada.
A “empreendedora” afirmou ainda, que existe demanda para qualquer tipo de fluido corporal e que aproveita para faturar um dinheirinho extra.
 
“Imediatamente, fui contatada por indivíduos que estavam interessados em meus produtos. Tem muitas opções além de calcinhas. Tem gente vencendo topo tipo de item pessoal e praticamente qualquer tipo de fluído corporal parece ter demanda”, ressaltou.




domingo, 6 de novembro de 2016

Você teria coragem de comprar/vender uma calcinha usada?

As brasileiras reclamam da crise, da falta de oportunidade no mercado de trabalho e afirmam que esta é uma prática segura, onde elas não correm nenhum risco, pois somente a calcinha é comercializada.

Você teria coragem de comprar/vender uma calcinha usada?


As vendas na #Internet não param de crescer e comprar online é algo que já se tornou comum no mundo inteiro. Até um certo tempo atrás, o e-commerce era um grande risco, mas atualmente se tornou tão comum que as pessoas já conseguem comprar de tudo online, desde calçados, livros, roupas, perfumes, flores e até calcinha usada. Isso mesmo. Tem uma estudante que usa a calcinha e depois anuncia na internet e ela tem conseguido um bom dinheiro com este seu empreendimento.


Uma jovem unviersitária na cidade de Hampshire, em Inglaterra, tem 21 anos e prefere não ser identificada. Ela revelou, em entrevista para o jornal The Independent, que mesmo pagando uma taxa para o site onde as calcinhas usadas são comercializadas, tem conseguido uma boa renda e pretende até alavancar seu negócio, pois garante que tem algumas garotas que estão comercializando outros "fluídos corporais" e que ela já pensa fazer o mesmo.
Uma prática muito comum na Internet são as garotas que cobram para ficarem se exibindo diante da câmera, mas nem todas concordam com esta prática porque é preciso se expor e muitas são tímidas ou temem que a família descubra. Entretanto, vender calcinhas usadas para elas é algo mais atrativo, porque não precisam mostrar o rosto e as pessoas nem sabem que elas são das donas do empreendimento, pois apenas são mostradas fotos das calcinhas usadas. A prática é lucrativa e as jovens conseguem dinheiro para pagar todas as despesas e até mesmo para fazerem faculdade.


A venda de calcinhas usadas vem crescendo muito aqui no Brasil por vários motivos:
  • é um negócio seguro, já que a garota não corre risco de vida, como acontece com aquelas que fazem "programas sexuais";
  • a garota não precisa mostrar o rosto, então o trabalho se torna completamente anônimo;
  • possibilidade de ampliar as vendas, vendendo também sutiã usado, batom usado, entre outros objetos.

No Brasil, num dos maiores sites de vendas online, é possível encontrar calcinhas usadas com preços que variam de R$ 30 a R$ 50 e por incrível que pareça, não têm faltado compradores.

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